Todas não são confiáveis. Essa é a verdade sobre pessoas. Vão te decepcionar de alguma forma, e mesmo quando você não espera alguma coisa, o máximo que elas podem te dar é coisa nenhuma. Geralmente a gente ama alguém o suficiente pra acreditar que aquela pessoa vai estar sempre ali quando as coisas apertarem. Besteira! Quando todo esse conto de fadas acaba, você vê que incrivelmente ela ainda consegue ser pior que você. Amor incondicional, amor eterno, amor maior? Besteira! As pessoas só amam de verdade quando estão prestes a morrer. E aí elas vêm com aquele papo do quanto você é importante pra elas e se desculpam por tudo o que fizeram. Besteira! Elas só estão tentando fazer você se sentir culpada pelo resto da vida porque disse que as odiava. Nunca acredite nas pessoas. Elas só dizem o que é conveniente e fácil de continuar dizendo. Essa coisa de “desculpe e vamos nos casar e morar na praia”? Besteira! Não se apegue às pessoas. Quando elas dizem que estão aqui pro que der e vier, elas estão na verdade dizendo que vão viajar por um bom tempo e não vão te ligar. Isso de dizer “eu confio em você”? Besteira! É só uma maneira de te obrigarem a dizer que também confia nelas. Lembre-se de grifar com caneta verde fluorescente que as pessoas são desprezíveis. Que nós somos desprezíveis. Mas que desprezível por desprezível, é preferível contar com o nosso bom e egocêntrico Eu.
Adolescente metida à escritora, pianista e futura estudante de Moda. Sagitariana clichê, amante da liberdade. Admiradora de praia, sorrisos, abraços e Toddy; principalmente em tardes de Verão, Primavera e Outono. Musicalmente falando, completamente satisfeita com Indie Rock. Alérgica a café, frio, matemática, Londres e homens. Teria mais amigos se eu gostasse de The Beatles. Apelidos no diminuitivo são os meus preferidos. Não vejo as coisas em preto e branco, somente em cinza.
Um amor doce e quentinho pra misturar com esse chá gelado e amargo, por favor.