Minhas dúvidas são:
1) Por quem?
2) Pelo que?
3) Por quê?
Eu não me importo em insistir nas tentativas de descrever sensações. Masoquismo? Talvez. Minha única certeza é o erro.
Eu poderia dizer que há, sim, uma disputa entre os prós e contras - e concluir que, com isso, já sei a causa das tais confusões, recaídas...
(As pessoas dizem que sentem. Mas como? Como elas sabem? Não pode haver outros tipos de sentimentos fora os que elas já conhecem? Não pode ser uma sensação? Uma causa?).
Há um estereótipo de ego modificado: o meu problema sou eu. O seu problema sou eu. Você chora porque eu quis que fosse assim.
Contradição.
É autodestrutivo pensar dessa forma.
Está tudo inverso.
Você é você.
E o meu problema não sou eu.
Mas quem é o meu problema, afinal?
‘‘Eu acabaria moralmente com quem fizesse algo de mal pra você. E... Se eu soubesse que esse quem sou eu... Uma guerra interior provavelmente se iniciaria’’. (...) Alguém que eu não sei.
E se eu disser que essa falta me machuca? Alguém apareceria pra acabar com a mesma?
Essas sensações...
Esses sentimentos...
Eles só existem até que alguém não o faça mais.
Mas e quando as pessoas dizem que encontram felicidade na própria solidão?
Elas estão mentindo pra mim?
(...) Pra si mesmos?
Eu quero ser um deles.
Acrescentando:
4) O que é isso?
Se não sou eu, ficamos entre:
Um coração vazio ou trancado?
Tudo bem... Eu nunca soube interpretar...